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Por Má
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08 de fevereiro de 2007 |
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Depois de um vôo muito mais curto do que varias viagem que fizemos pela índia de ônibus ou trem, chegamos em Bangkok com o dia nascendo.
Mal podíamos acreditar no aeroporto gringo, digno de primeiro mundo, até mesmo melhor do que os que vimos pela Europa.
Estatuas gigantes budistas pelos corredores nos animavam a respeito do que encontraríamos por aqui.
Compramos um ticket de ônibus para a rua dos mochileiros e mais uma vez nos impressionamos com o ônibus. Super novo, moderno, com ar-condicionado e espaço para colocar as malas.
Meio bobos, parecendo os indianos na escada rolante, entramos nesse novo mundo pós-moderno oriental chamado Tailândia.
Fazia tanto tempo que não víamos prédios tão altos e bonitos que apesar de estarmos super cansados e com sono, vez ou outras olhávamos pela janela e não acreditávamos. Bangkok, odeio admitir é muito mais desenvolvida que São Paulo.
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Saindo da India com o pe esquerdo |
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Por Má
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06 de fevereiro de 2007 |
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Chegamos em
Mumbai bem cansados, há dias sem banho só queríamos uma cama para descansar até
a hora do vôo, as 5 horas da manha seguinte. Pegamos um táxi que nos deixou na
área dos hotéis baratos e começamos a procurar um lugar pra dormir. Logo percebemos
que isso era uma tarefa impossível, que todos hotéis estavam lotados, até mesmo
os bem caros e bem desanimados concluímos que teríamos que passar as próximas
horas no aeroporto. Pegamos um táxi até lá e na hora que chegamos não podíamos
acreditar no que víamos. O aeroporto não era aberto para o publico, só podia
entrar quem estava a no máximo 3 horas de embarcar, ou seja, a gente estava
quase 24hrs adiantado e sem quarto.
Estávamos
muito irritados com aquela situação, além de muito cansados. Acabamos
concordando em ficar num quarto mais caro ali por perto, era a única solução
possível. Pegamos um táxi já sabendo que iríamos pagar comissão para o taxista
afinal perguntamos se ele conhecia algum hotel barato por ali. Mas mesmo o
hotel que ele nos levou estava cheio e acabamos ficando num quarto super caro,
além disso tivemos uma discussão bem calorosa com o gerente do lugar, que não
nos deixou ao menos tomar um banho antes de pagar, e não tínhamos dinheiro
suficiente para pagar o hotel caro, então teríamos que sacar grana num banco
que ficava a 5 minutos de lá. Tudo que queríamos era tomar um banho depois de
dias sem banho e viajando e o cara não nos deixava em paz, até que começamos a
gritar e reclamar, mas mesmo assim o Rafa teve que sair e pegar grana antes de
qualquer coisa, o cara não ia nos deixar em paz, tudo isso por que ele ia pagar
a comissão para o taxista com o próprio dinheiro que pagaríamos a ele. Ficamos
com muita raiva e chateados de terminar nossa viagem pela índia assim. Mas pelo
menos agora tínhamos uma cama e um chuveiro (de longe os mais caros da viagem
aqui na índia). Pedimos até pizza no Domino’s!
No meio da
noite acordamos e fomos para o aerporto! Agora já podíamos entrar e desfrutar
das maravilhas do lounge de embarque incluindo café expresso e também caminhas
para esperar a hora do vôo.
Estamos
chateados por deixar a índia. E incertos a respeito do que encontraríamos na
Tailândia.
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Por Má
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04 de fevereiro de 2007 |
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Nossos dias
em Vagator passaram-se devagar. Esperaríamos até a festa grande, que seria uma
semana depois da nossa chegada e por isso estávamos sem pressa. Com a moto
tínhamos liberdade para ir onde quiséssemos, fazia tempo que não tínhamos tanta
independência em nossas mãos! Aproveitamos. Conhecemos todas as praias da
região e a maioria delas era muito legal, de modo que conhecíamos no máximo
duas praias por dia. Muita água de coco, cerveja (que aqui era muito mais
barata que no resto da índia), camarão e principalmente multo sol na praia foi
a nossa rotina durante esses dias! Não posso esquecer de citar o "happy hour"
no Nine Bar!
Fomos
também a dois mercados semanais, que são verdadeiras "feirinhas hippies" ou
melhor: neo-hippies. Nesses mercados era possível encontrar produtos de toda a
índia e também as criações das pessoas estrangeiras que moram por lá. Vimos
muitas coisas legais e que só é possível encontrar por lá, afinal a maioria dos
vendedores são pessoas que desencanaram da vida nos paises de origem e
decidiram viver por aqui...
Andar de
moto era muito gostoso, a natureza daquele lugar era ainda bem virgem e as ruas
estreitas, próprias para moto. Não havia muito carro por lá. Muitas vezes a
estrada ia perto do mar, e no caminho para as praias do norte tinha uma ponte
enorme por cima de algo parecido com o
delta de um rio! Vimos o por do sol desse lugar algumas vezes voltando da
praia.
Chegou o
dia da festa e estávamos animados! Quanto tempo fazia que não pegávamos uma
balada de verdade??? Nem lembro mais...
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Um lugar pra sentir saudades... daqui e do Brasil |
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Por Má
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24 de janeiro de 2007 |
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Oi!
Durante nossa viagem para Mumbai conhecemos uma inglesa chamada Alice. Ela era muito simpática e nos disse que iria direto para Goa, ou seja, ia pegar um outro ônibus noturno. A principio iríamos passar uma noite em Mumbai, mas achamos a idéia boa afinal Mumbai é uma cidade caótica e cara. Chegando em Mumbai, compramos nosso ônibus noturno e fomos almoçar num restaurantezinho bem legal. Ficamos felizes por que o lugar se parecia muito com os restaurantes da vila madalena: bem aberto, com ventiladores e as pessoas pareciam mais relaxadas também... não tão cobertas de roupas e mais felizes também.
Quando chegamos no ônibus percebemos que ele não era tão bom assim, apesar de ser sleeper não era possível fechar a cabine, mas tudo bem... Mesmo assim a viagem foi tranqüila, no dia seguinte chegaríamos em goa!
Chegamos numa cidade de onde era necessário pegar mais um ônibus para o lugar que queríamos ir, que se chamava Vagator e de acordo com o nosso guia era o lugar onde a cena psy teria começado e ainda existia... Com festas, jovens e tudo aquilo que a gente esperava de Goa.
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Por Má
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23 de janeiro de 2007 |
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O blog está bem atrasado, mas afinal estamos em GOA de férias! Aqui é um paraíso...
Chegamos a 10 dias atras e parece que não faz nem 2 ... Praias, muito sol, baladinhas de psy e até uma moto!
Não encontramos ninguém que falasse portugues, só uma brasileira e uma argentina, além de milhares de israelenses e europeus...
Definitivamente aqui não é india, mas um outro mundo, para o qual com certeza vamos querer voltar um dia...
Tchau tchau
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