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Finalmente mudamos de hotel |
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Por Má
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29 de dezembro de 2006 |
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Ola!
Fomos despertados pela mesma musica que tocava no dia anterior na hora que tentávamos dormir e isso nos animou para arrumar nossas coisas bem rápido e mudar de hotel. Arrumamos tudo e saímos em busca do nosso novo quarto, onde passaríamos a virada. Depois de entrar em alguns hotéis, percebemos que não era só o nosso que era ruinzinho e decidimos seguir a melhor opção do guia. Chegamos no hotel, que era muito bonito e aconchegante e arranjamos um ultimo quarto disponível e melhor, com desconto!!
Nem podíamos acreditar quando entramos num quarto limpo, amplo, com lençóis sem marcas amarelas e com a porta do banheiro sem um buraco de tão podre! Nosso estado de espírito mudou rapidamente! Era um pouco caro para os padrões daqui, mas afinal eram os últimos dias do ano e não poderíamos entrar no novo ano desanimados. Tinha até wireless no lobby!
Esse dia acabou sendo uma folga de passeios e não fizemos muitas coisas. No entanto tomamos a decisão de fazer a coisa mais incrível da viagem até agora!
Decidimos dar um grande salto rumo a 2007! No segundo maior bungy jump do mundo....
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Macacos, corpos queimados e uma stupa gigante |
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Por Má
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28 de dezembro de 2006 |
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Oi!
O ano novo se aproximava e por isso fomos enchendo nossos dias desvendando os mistérios do Nepal, que a cada dia que se passava se mostrava mais fascinante.
Hoje nosso destino eram os templos mais afastados da cidade. Dessa vez não veríamos os entalhes de madeira nem as pagodas, mas nem por isso foi menos legal.
Andamos mais uma vez pelas ruas do Thamel procurando um lugar pra tomar café. Acabamos na mesma padariazinha que vende croissants. Estamos meio de saco cheio de nos alimentarmos em restaurantes, todo dia o mesmo ritual: entra no restaurante, senta na mesa, pede o cardápio, espera a comida, pede a conta. Algo que pra muita gente seria o máximo, pra gente está se tornando monótono e com a padariazinha as coisas mudavam um pouco. Compramos um rolinho de canela que não estava muito bom, então guardamos na mochila pra mais tarde.
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As vezes o caro sai barato |
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Por Rafa
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27 de dezembro de 2006 |
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Fala galera!
Acordamos neste dia num quartinho de hotel de Kathmandu. Mesmo ainda meio traumatizados com a barata que tinha visitado a gente 3 noites atrás nesse mesmo quarto, decidimos adiar nossos planos de mudar de hotel mais uma vez. Estávamos ansiosos pra ir pra Bakhtapur!
Em vez de pegar um táxi direto pra lá - a cidadezinha medieval de Bakhtapur fica a menos de 10 km de Kathmandu - decidimos nos aventurar entre os nepalis. Saímos a pé. O percurso foi bem parecido com o do dia anterior, quando fomos ao Durbar Square. Ruas completamente cheias de gente, motos, bikes e rickshaws. Templos brotando a cada cruzamento, decorados com entalhes de madeira, assim como algumas fachadas de prédios estreitos que se acotovelavam no aperto caótico da Velha Kathmandu. Pegamos o ônibus numa rua bem movimentada e sem turistas. Entramos pela porta de trás, enquanto o cobrador gritava "Bakhtapur Express" na esperança de atrair algum estrangeiro mais aventureiro.
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Depois das cabras que venham as baratas |
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Por Má
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25 de dezembro de 2006 |
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Oi!
Hoje mais uma vez o dia começou cedo. Pegamos o ônibus para Katmandu as 7:30 da manhã... Compramos uns "croissants" com um carinha na frente do nosso hotel e fomos para a "rodoviária". Dessa vez o onibus era confortável e estava bem vazio. Era tão cedo que não seria um problema dormir a viagem toda, apesar da paisagem ser incrível! Durante quase todo o trajeto fomos beirando o rio Seti, que se parecia um pouco com o Ganges que fizemos o rafting: de pedras e com uma água bem azul... Nas horas que um sacolejo mais forte interrompia nosso sono víamos durante alguns segundos esse visual.
Outra coisa muito diferente que vimos durante boa parte da viagem foram uma espécie de plataformas que os locais fazem para poderem plantar, afinal o terreno é tão montanhoso, que esses terraços são a única forma de conseguir aproveitar a terra. O visual mais uma vez muito bonito.
Chegamos em Katmandu.
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Por Má
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24 de dezembro de 2006 |
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Hoje acordamos muito cedo! Muito cedo mesmo, não eram nem 5 horas da manha e já estávamos de pé! Mais uma vez uma invenção do Rafa. Íamos ver o nascer do sol do alto de uma montanha com vista para os Anapurnnas. Para isso teríamos "apenas" pegar um táxi e mais 30 longos minutos de trilha no escuro.
Na hora hora que descemos do táxi, estava muito frio, e eu não podia acreditar como tinha deixado o Rafa me convencer a fazer esse programa de índio.
Pagamos a entrada e começamos a andar. Um carinha nos ofereceu nos guias por uma graninha, no começo não aceitamos, mas depois de perceber o breu que estava por lá decidimos mudar de idéia.
Foram árduos degraus até lá no alto e depois muito frio até o nascer do sol. Para nossa sorte os picos estavam todos encobertos por nuvens, o que além de tudo, fez esse grande esforço quase em vão. Mesmo assim ver o lago, montanhas e o vale foi bem bonito. Além do nascer do sol, que é algo que dificilmente estamos acordados para ver.
Decidimos voltar a pé, o táxi não era tão barato assim e estava um dia muito bonito. Quando estávamos na metade do caminho, milagrosamente o céu estava limpo e sem nuvens. Mas não tinha problema, por que mesmo do caminho pela estrada podíamos ver os picos nevados!
Além disso passamos por vilinhas que pareciam paradas no tempo, e vimos muitas coisas legais no caminho, animais, crianças, pessoas carregando mil coisas nas costas num tipo de "cesta'mochila". Isso deu pra ter uma idéia de como seria o trekking que gostaríamos de fazer e ficamos felizes pela experiência, mas tristes por sabermos que não iríamos fazer o trekking.
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