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Nosso Roteiro
Por Má   
13 de janeiro de 2007

Nossa viagem começou em Santiago, de onde pegamos um vôo para Paris.

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Na Europa fizemos um circuito de carro com duração de 3 meses. Passando pelo vale do Loire e seus castelos, descemos até Barcelona ,.de onde pegamos um vôo para Ibiza. De lá fomos contornando a costa mediterrânea até Nice. Cruzamos os Alpes, chegando na Itália em Milão. Descemos a bota, ziguezagueando até chegarmos em Brindisi, de onde pegamos a balsa pra a Grécia. 

Milão nos recebeu caoticamente e já sabíamos o que esperar da Itália. Passamos o aniversario da Má na romântica Verona, com direito até a champagne francês. Nos decepcionamos com a fossilizada Veneza e nos deliciamos com um verdadeiro spaghetti a bolognesa na cidade de mesmo nome. Em Cinqueterre conhecemos uma Itália pitoresca e uma costa muito bonita. Paramos para a foto em Pisa no caminho pra Siena. Depois, chegamos em Roma, mas a Má nem viu muita coisa com olho machucado. Lá descobrimos que a Itália tem mais semelhanças com o Brasil do que imaginávamos e o vidro do nosso carro foi estourado do lado do Coliseu!  Subimos de volta até Florença só por causa de uma balada que não valeu a pena, e voltamos para o sul para dar um grande passo na vida do Rafa. Depois das ruínas de Pompéia e fantástica Costa Amalfi, chegamos no lugar onde a família do Rafa começou. Pegamos os documentos para a cidadania italiana! De lá cruzamos a bota e acampamos na balsa indo para a Grécia!

 

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Na Grécia, fomos direto para Meteora, depois Kavalla e Ilha de Thassos. Em seguida entramos na Turquia. Atravessando o estreito de Bósforo, chegamos em Çanakkale, onde visitamos as ruínas de Tróia, e depois as de Pergamo, e Ephesus, em Selçuk. Continuando o circuito pela Turquia, passamos por Pamukkale e seus “castelos de algodão”, e paramos em Konya, indo para a Capadócia, um dos lugares mais mágicos no mundo. Paramos no incrível lago de sal Tuz Golu no caminho para Istambul. De lá, entramos no leste europeu. A primeira parada foi a estranha Bulgária, que acabou de entrar na UE. Depois de alguns imprevistos com o visto, cruzamos a Servia, em menos de dois dias, mas nos encantamos com Beogrado. Nossas próximas paradas foram Budapeste, na Hungria e Bratislava na Eslováquia.

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Subimos para a fria Polônia onde a balada começou. Nos encantamos com a cinzenta Krakovia e nos chocamos com a crueldade de Auschiwtz. Depois de nos perdermos no caminho para a República Checa, chegamos em Praga, onde tomamos muuuita cerveja!

Em Berlin tivemos a estranha sensação de estarmos em casa e curtimos as melhores baladas e o melhor zoológico da viagem. Depois de cruzar a Alemanha em alta velocidade pela Autobahn, chegamos na Holanda. Amsterdam foi como um quadro de Van Gogh, de dentro é tudo muito confuso, mas a compreensão aumenta a medida que nos afastamos de lá. No caminho para Frankfurt, uma parada rápida pra o exagero da catedral de Colônia, na Alemanha de novo. Frankfurt nos recebeu maravilhosamente bem. Simplesmente a melhor balada da nossa vida no casulo do Sven Vath, e uma semana que se estendeu até mais do que devia na companhia de grandes amigos e mais baladas.

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No caminho de volta, uma paradinha em Paris para nos despedirmos de outro grande amigo e devolvermos outro: o carro. Mochilas nas costas, pegamos o vôo para o Egito.

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No Egito, depois das grandiosas pirâmides, com medo do desconhecido, fechamos uma tour até o Sul. Mas antes vivemos a inesquecível experiência de dormir no meio do deserto com beduínos. De volta ao Cairo, pegamos um trem até Aswan e Abul Simbel.

Depois de dois dias relaxando na felluca era hora de voltar. Depois de Luxor, Cairo mais uma vez. Atravessamos a fronteira para Israel de madrugada e entramos no país das armas e das religiões. Em Tel Aviv, praia e balada e em Jerusalém uma aula de história. Mais um vôo e chegamos na “Incredible Índia” onde estamos agora.

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